CCBB Educativo -Lugar de Encontros promove Acessibilidade, mesa de Literatura e vasto leque de atividades de Artes Visuais e Artes Cênicas em setembro

 Programação dialoga com diferentes linguagens e integra a 20ª Primavera dos Museus

O que tem dentro da panela

O CCBB Educativo – Lugar de Encontros apresenta, ao longo do mês de setembro, diversificada programação, para visitantes de todas as idades. Dia 03 de setembro de 2026, às 18h, o projeto convida leitores jovens e adultos para o encontro “E a Palavra com... Cora Rónai e Mànya Millen”. Oportunidade de compartilhar leituras e estar ao vivo com duas mulheres que tem uma longa trajetória na curadoria literária. Os encontros “E a Palavra com…” trazem a oportunidade de estar ao vivo com personalidades do mundo do Cinema, Literatura, Artes Visuais, Ciências etc. “Os projetos de educação e participação em espaços de museus podem ser orgânicos. O museu é ao mesmo tempo passado, presente e futuro e assim deve estar conectado e conversando com questões da cultura ao nosso redor. Séries de TV e cinema brasileiro foram o tema do mês passado e neste mês vamos falar de leituras”, diz Daniela Chindler, curadora do projeto. Cora Rónai e Mànya Millen vão bater um papo a respeito da alegria de vivermos cercados por livros, entre leituras, afetos e o conflito de conviver com muito mais livros do que o tempo permite ler.


As ações inspiradas na exposição “Vik Muniz – A Olho Nu”, em cartaz até 12 de outubro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Rio), incluem laboratórios de argila, luz negra, cianotipia e projeção; um repertório grande de histórias, cortejo (que resgata músicas e danças que marcaram a cultura carioca entre o final do século XIX e o início do século XX), encontro com educadores e muito mais. Este mês estreia mais uma contação de história no repertório “O que tem dentro da panela?” - o roteiro é inspirado em uma personagem real, Leide Laurentina da Silva, que era chamada de Irmã e ficou conhecida como a cozinheira do Aterro de Jardim Gramacho, ao preparar refeições comunitárias com os parcos ingredientes que chegavam ao local. Ela é personagem do documentário “Lixo Extraordinário”, de Vik Muniz. A história fala de temas como partilha, cuidado, memória e resistência. Entre cantigas, cheiros, e sabores, a história acompanha a busca criativa de alimentar e reunir uma comunidade inteira.


O projeto “CCBB Educativo - Lugar de Encontros” dialoga com as programações de curta duração em cartaz nas galerias do CCBB Rio de Janeiro, a arquitetura do prédio, o centro histórico e nosso patrimônio imaterial. Em Setembro, além da individual do artista Vik Muniz será inaugurada a exposição “Amazônicas – Poéticas Femininas”, que fala da diversidade cultural, ambiental e simbólica da região amazônica. A partir do dia 12 de setembro, a equipe do programa educativo traz novas atividades em diálogo com a região amazônica e o protagonismo feminino. São novos laboratórios, contações de histórias e atividades, entre os destaques estão “Cores da Terra”, oficina com pigmentos naturais, e as contações “Antes de ser Amazônia”, “Como surgiu a noite” e “Do fundo do rio ao voo da Mata”, que resgatam mitos, lendas e narrativas da tradição oral dos povos originários.


Outro destaque do mês é a participação na 20ª Primavera dos Museus, realizada de 21 a 27 de setembro, que este ano tem como tema “Museus para Todas as Pessoas”. A iniciativa reforça o compromisso do CCBB Educativo – Lugar de Encontros com a acessibilidade e a inclusão, reconhecendo a diversidade de seus públicos: crianças pequenas, jovens, idosos, pessoas surdas, pessoas cegas ou com baixa visão, pessoas com TEA, pessoas cadeirantes, entre tantos outros.


“Uma mediação que pensa a acessibilidade parte de um olhar sensível para essas diferenças e busca desenvolver estratégias criativas e inclusivas, capazes de acolher pessoas com e sem deficiência.”, diz Daniela Chindler. Dessa forma, a visita ao CCBB se transforma em uma experiência plural, na qual diferentes formas de perceber, participar e se relacionar com a arte são valorizadas.


Para a mediação na exposição “Vik Muniz – A Olho Nu”, a equipe do projeto desenvolveu um conjunto de objetos mediadores para pessoas cegas, com baixa visão, a pessoas com TEA e visitantes com síndrome de Down pudessem “aprender” as obras utilizando o sentido do tato. Os suportes estão disponíveis e podem ser também utilizados para crianças pequenas, pessoas de terceira idade e todos que queiram viver a experiência na galeria com um sentido além da visão e audição. A proposta entende a mediação como espaço de afeto, escuta e troca, no qual diferentes formas de perceber a arte podem enriquecer a experiência de todos.


Para fechar a programação do mês, no dia 26 de setembro, o Encontro com Educadores recebe o cantador e instrumentista Joaquim de Paula para uma apresentação de histórias musicadas, com canções da oralidade brasileira e brincadeiras da nossa tradição além do espetáculo infantil “Histórias pra boi dormir” que combina teatro, bonecos, mímica e música ao vivo para contar histórias da tradição popular brasileira. Um simpático boizinho não deixa sua amiga dormir e, para acalmá-lo, ela recorre a lendas e narrativas como “A Lenda dos Olhos”, (origem indígena Kaiapó) “A Serpente do Rio” (recolhida por câmara) e “João Jiló”. Com mais de 30 anos de trajetória, a Cia. Mimos Brasil reúne em cena Josué Soares, Márcia Valença, um músico e muitas surpresas. 


Com diferentes linguagens e propostas, a programação de setembro reforça a vocação do CCBB Educativo – Lugar de Encontros de criar experiências que aproximam os públicos das exposições, da literatura e do patrimônio, estimulando a reflexão, a imaginação, a acessibilidade e a troca de saberes.


“A proposta do CCBB Educativo – Lugar de Encontros é promover experiências culturais para pessoas de todas as idades, valorizando o diálogo, a criatividade, a diversidade e o compartilhamento de saberes", destaca Daniela Chindler, coordenadora geral do projeto.


Com entrada gratuita, o CCBB Educativo - Lugar de Encontros reafirma seu compromisso de ampliar o acesso à cultura por meio de atividades que transformam a visita ao Centro Cultural Banco do Brasil em uma experiência participativa, sensível e acolhedora para toda a família.


PROGRAMAÇÃO:


E A PALAVRA COM...

Cora Rónai e Mànya Millen

Título "A vida entre livros selvagens"


Classificação: 16 anos

Quinta-feira, 3 de setembro,

Sala 26 - 4º andar 


No encontro, Cora e Mànya conversam sobre a alegria e a angústia de viver entre livros “selvagens”: os que compram por impulso, os presenteados, os que ainda esperam a vez na fila de leitura. Um papo sobre leituras, afetos e prazer de conviver com muitos mais livros do o tempo permite ler.


ENCONTRO COM EDUCADORES

Com: Joaquim de Paula - Histórias musicadas

Sábado: 26 de setembro às 10h

Sala Multiuso - 3º andar


A partir da apresentação de jogos sonoros/ espaciais, Joaquim de Paula

desenvolve vivências sensoriais e cognitivas que servirão como apoio para

criação de atividades matemáticas, atividades para dinamização de leitura,

produção de texto e socialização em sala de aula.


ESPETÁCULO “HISTÓRIAS PRA BOI DORMIR” - CIA MIMOS

Sábado: 26 de setembro às 14h

Sala 26 - 4º andar

Espetáculo infantil “Histórias pra boi dormir” combina teatro, bonecos, mímica e música ao vivo para contar histórias da tradição popular brasileira. Um simpático boizinho não deixa sua amiga dormir e, para acalmá-lo, ela recorre a lendas e narrativas como “A Lenda dos Olhos”, (origem indígena Kaiapó) “A Serpente do Rio ” (recolhida por câmara) e “João Jiló”. Com mais de 30 anos de trajetória, a Cia. Mimos Brasil tem mais de 30 anos de trajetória com prêmios em Direção, Ator, Atriz, Figurino e Direção Corporal e reúne em cena Josué Soares, Márcia Valença, um músico e muitas surpresas. 


VISITAS AGENDADAS

Segunda: 9h30, 10h e 18h

Quarta, Quinta e Sexta: 9h30, 10h, 14h,15h e 18h

Sábado e Domingo: 9h30

e-mail: agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br


VISITA COGNITIVA

Domingo: 8h (através de agendamento)

VISITAS MEDIADAS

Ingressos disponíveis na bilheteria física e no site do CCBB


Visita mediada à exposição “Vik Muniz - A olho nu”

Até 12/10

Segunda, Quinta e Sexta: 11h e 16h

Sábado: 10h

Visitas Mediadas com intérprete em Libras

Quarta: 11h

Sábado: 11h e 14h 

Visita mediada Caminhos da Memória

Segunda, Quinta, Sexta, Sábado e Domingo: 12h


EXPOSIÇÃO AMAZÔNICAS - 

PERÍODO 07/09 a 16/11/2026

Segunda, Quinta e Sexta: 18h

Quarta: 12h

Domingo: 10h


CORTEJO MUSICAL Patrimônio

UMA VIAGEM MUSICAL AO RIO ANTIGO

Entrada gratuita por ordem de chegada

Sextas-feiras às 14h

Local: Rotunda

Público-alvo: Livre


"Uma Viagem Musical ao Rio Antigo" resgata músicas e danças que marcaram a cultura carioca entre o final do século XIX e o início do século XX. O repertório reúne clássicos como Isto é Bom, do ator, cantor e compositor Xisto Bahia; Corta Jaca, da pianista e compositora Chiquinha Gonzaga; Pierrô Apaixonado, dos compositores Noel Rosa e Heitor dos Prazeres; Fita Amarela, do cantor e compositor Noel Rosa, além de jongos tradicionais e composições autorais da equipe educativa, proporcionando ao público uma imersão na memória musical da cidade.


Corpo em Cena

Quartas-feiras às 14h

Local: Rotunda

Público-alvo: Livre


Atividade que traz o corpo como protagonista, em uma performance com formas animadas composta por seis elementos que, quando reunidos, formam um par de olhos. Manipulados pelos educadores, esses elementos "piscam" e se transformam, revelando novas imagens e possibilidades de interpretação. Inspirada na exposição "Vik Muniz – A Olho Nu", a proposta convida o público a refletir sobre percepção, imaginação e as diferentes maneiras de construir imagens e significados.


CAMPOS DAS ARTES

Local: Rotunda

Laboratório: Quando a Matéria vira Arte - 11h e 15h


 


A atividade parte da relação de Vik Muniz com materiais cotidianos e inusitados na construção de imagens. A partir da ideia de releitura, os participantes serão convidados a reconstruir obras de arte usando materiais recicláveis e diversos objetos. Cada participante receberá o contorno de uma obra para criar sua própria composição, explorando materiais como PET, tampinhas, barbantes, papelão, lã, pompons e outros elementos de diferentes texturas.


Contação: Entra na História - 12h e 16h

A Chama que iluminou o mundo

Quando o fogo desaparece da Terra, apenas uma pequena brasinha permanece acesa. Inspirada em uma narrativa tradicional do povo Pareci, a contação acompanha a corajosa jornada da ave Juruva, para resgatar essa última chama. Com música, imaginação e participação do público, a atividade convida famílias a conhecerem uma história sobre coragem, coletividade e a riqueza da tradição oral dos povos originários.


ATELIÊ ABERTO

LABORATÓRIO DE ARTES

Entrada gratuita por ordem de chegada

Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar

Sábados e Feriados: 15h e 17h

Domingos: 11h, 15h e 17h


Será oferecida uma dentre as atividades abaixo por horário.


 


ISSO NÃO É UMA BANANA!


Laboratório luz negra


Exposição: Vik Muniz


Classificação indicativa: 5 anos


Na era do dia a dia virtual, a atividade abre uma porta para uma aventura presencial e mágica. Em um piscar de olhos tudo o que está ao nosso redor pode mudar. A experiência acontece em uma sala com instalação de refletores de luz negra. Para enxergarmos as cores precisamos de luz. E se a luz muda? A atividade ‘Isso não é uma banana' é inspirada na obra icônica do artista surrealista belga René Magritte, na tela a pintura de um cachimbo e a frase "ceci n'est pas une pipe" ("isto não é um cachimbo"). É ou não? Magritte diz para nós que a representação de um objeto (a pintura) não é o objeto real em si. A atividade foi criada para dialogar com a mostra do artista Vik Muniz que na série “Relicário" cria objetos tridimensionais que também desafiam nosso olhar e a nossa percepção da realidade.


  


 


ANTES DE SER OBJETO – LABORATÓRIO COM ARGILA


Exposição: Vik Muniz


Classificação indicativa: a partir de 5 anos


Entrada gratuita por ordem de chegada


A inspiração deste laboratório vem da série “Relicários”, de Vik Muniz. Objetos do nosso dia a dia são ressignificados para criar ilusões e humor, como um sarcófago feito de vasilhas de Tupperware e luvas de seis dedos. Como é comum em outras criações de Vik Muniz, a série testa a forma como olhamos e damos valor aos objetos ao nosso redor. Na atividade os participantes vão se fazer a pergunta: O que faz um objeto virar arte? Então com argila nas mãos, vão criar esculturas que brincam com a lógica, reinventam o passado e dão forma a ideias impossíveis, descobrindo juntos como o valor artístico está menos no material e mais no contexto e nas histórias que contamos.


 


O QUE A LUZ MOSTRA - LABORATÓRIO DE CIANOTIPIA  


Exposição: Vik Muniz


Classificação indicativa: 9 anos


Entrada gratuita por ordem de chegada


Em diálogo com a exposição "Vik Muniz - A olho nu", o Laboratório de cianotipia, técnica fotográfica que utiliza a luz para criar imagens, convida o público à experimentação. A atividade parte da investigação presente na obra do artista, que propõe novas formas de construção da imagem, a partir de materiais e processos não convencionais, oferecendo uma experiência sensível de observação e descoberta.


 


ERA UMA VEZ NO SÉCULO 19 


EXPOSIÇÃO: Patrimônio


Classificação indicativa: a partir de 7 anos


Entrada gratuita por ordem de chegada


Que tal imaginar novas histórias para o passado? Nesta atividade, as crianças exploram fotografias do Brasil do século 19 e reinventam as narrativas de figuras negras através de projeções de imagens, dando nova vida ao passado.


 


Cores da Terra A PARTIR DO DIA 12/9


Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas 


Classificação: 5 anos


Inspirada na riqueza dos ecossistemas costeiros, a atividade “Cores da Terra” convida o público a experimentar a pintura a partir de pigmentos naturais, explorando as cores e possibilidades que surgem dos elementos da natureza. A proposta valoriza os recursos naturais, estimula um olhar mais atento para o meio ambiente e incentiva reflexões sobre preservação, sustentabilidade e o cuidado com o planeta. 





LIVRO VIVO


Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar. Sábados, domingos e feriados: 16h


Entrada gratuita por ordem de chegada


Classificação indicativa: livre


O Livro Vivo é uma atividade de mediação de leitura que busca compartilhar a experiência de ler um livro, incentivando o interesse de novos leitores. Inspirado nas exposições em cartaz e ações de patrimônio.


 


A boca da noite de Cristino Wapichana


Patrimônio


Dum e Kupai sobem no lugar mais perigoso da aldeia para conhecer melhor os


segredos do Sol e aprendem ensinamentos e histórias de seu povo.


 


Kuján e os meninos sabidos de Ailton Krenak e Rita Carelli


Patrimônio


Kuján, termo que significa tamanduá na língua krenak, acompanha um grupo de


meninos em uma aventura que apresenta saberes, histórias e a relação do povo


Krenak com a natureza.


 


O Dragão do Mar de Sonia Rosa e Anabella López


Patrimônio


O livro é uma homenagem a Chico da Matilde que ficou mais conhecido como “O


Dragão do Mar” por sua atuação na greve dos jangadeiros no ceará.


 


Uma aventura do velho Baobá de Inaldete Pinheiro de Andrade


Patrimônio


O baobá nativo das savanas da África decide atravessar o oceano Atlântico para


encontrar seus parentes em terras brasileiras. Uma narrativa que apresenta o baobá


como símbolo de ancestralidade, memória e resistência da cultura africana.


 


África que você fala de Claudio Fragatta


Patrimônio


Apresenta palavras de origem africana presentes no português brasileiro, mostrando


a influência das línguas e culturas africanas no nosso cotidiano.


 


Talvez você consiga de Imogen Foxell e Anna Cunha


Patrimônio


Uma menina decide plantar uma semente no leito de um rio morto há muito tempo,


tarefa que parece impossível, e descobre que talvez consiga realizá-la.


 


Os dengos na moringa de voinha de Ana Fáti 


Patrimônio


Uma criança relembra os afetos, histórias e ensinamentos guardados nas


memórias de sua avó.


 


O mundo no Black Power de Tayó de Kiusam de Oliveira


Patrimônio


O livro transforma o enorme cabelo crespo de Tayó numa metáfora para a riqueza


cultural de um povo e para a riqueza da imaginação de uma menina que se orgulha


de ser quem é mesmo lidando com preconceitos. 


 


Foi vovó que disse de Daniel Mundukuru


Patrimônio


Seguindo a tradição indigena de ouvir os mais velhos, uma criança aprende com


sua avó histórias, ensinamentos e valores transmitidos de geração em geração.


 


Da minha janela de Otávio Júnior


Patrimônio


Da janela de sua casa, um menino observa e enaltece sua favela e imagina novas


possibilidades para sua comunidade.


 


Zum Zum Zumbi!!! de Sônia Rosa


Patrimônio


A história apresenta Zumbi dos Palmares às crianças, destacando sua resistência e


sua luta pela liberdade.


 


A mulher que virou urutau de Olívio Jekupé e Maria Kerexu


Patrimônio


livro bilíngue (português e guarani). A obra reconta o conto tradicional guarani sobre


a origem do pássaro urutau.


 


A origem dos números de Majungmul e Ji Won Lee


Patrimônio


Uma viagem pelo tempo, explorando as diferentes formas de representação que


existiram. maneiras de contar e representar as quantidades.





Amoras de Emicida


Patrimônio


A partir da música Amoras, do mesmo autor, o livro conta a importância de nos reconhecermos no mundo e nos orgulharmos de quem somos desde criança.


 


A Pipa de Roger Mello


Exposição Vik Muniz


A narrativa do livro é construída unicamente por ilustrações com temáticas sobre a


natureza humana e as possibilidades das formas, pontos, traços, cores, tempo e do


espaço em movimento.


 


O que cabe em um livro? de Ilan Brenman e Fernando Vilela


Exposição Vik Muniz


bom para introduzir as crianças no universo da leitura, o livro brinca como tudo pode


caber num livro mesmo com os diferentes tamanhos dos seres, coisas e


imaginações.


 


Zoom de Istvan Banyai


Exposição Vik Muniz


Este livro provocante, sem palavras, pode ser visto tanto de frente para trás como de trás para frente. Suas ilustrações saltam aos olhos como se o espectador tivesse se afastado rapidamente de cada página. Zoom! O que você vê? Duas crianças brincando numa fazenda! E agora, o que você vê? Duas crianças brincando com uma fazenda de brinquedo!


 


 


O Livro Negro das Cores de Menena Cottin e Rosana Faría


Exposição Vik Muniz


O texto branco em páginas negras e com a tradução em Braille. O livro permite


experimentar várias texturas e desafia a recriar na imaginação as cores, cheiro, som


e sabor.


 


Obra Bolas de Paula Taitelbaum


Exposição Vik Muniz


Explora como as bolas estão por toda parte, explorando diferentes movimentos e


significados.


 


O Quadro de Maria Isabel Sánchez Vegara e Albert Arrayás


Exposição Vik Muniz


E aquele quadro, hein? Você viu? Todo mundo está falando dele. O que aquelas imagens representam? Dá o que pensar. O Quadro mostra como é o dia dentro de um museu contemporâneo. E convida crianças (e adultos também!) a refletir sobre o que move a arte e os artistas, e quais são os efeitos das obras em nós.





Fotografias de Miguel de Eraldo Miranda


Exposição Vik Muniz


Miguel descobre, através da fotografia, diferentes maneiras de guardar momentos


do mundo ao seu redor. Quando sua máquina quebra, ele precisava fazer alguma


coisa para guardar suas memórias.


 


Aldeias, palavras e mundos indígenas de Valéria Macedo a partir do dia 12/9


Exposição Amazônicas


Um passeio pelos costumes de quatro povos indígenas diferentes: os Yanomami, os


Krahô, os Kuikuro e os Guarani Mbya. (Amazonas)





Depois do ovo, a guerra - Priara Jõ: Um dia na aldeia Panará de Ana


Carvalho a partir do dia 12/9


Exposição Amazônicas


Os Meninos Panará revivem, em uma brincadeira de guerra, a memória de um


antigo conflito de seu povo. (Povo Panará território entre Pará e Mato Grosso.)


 


Histórias da minha terra de Daniela Chindler a partir do dia 12/9


Exposição Amazônicas


Reúne histórias e memórias de moradores de Canaã dos Carajás, no Pará. (Pará-


Canaã dos Carajás.)


 


Sinfonia da Amazônia de Lalau e Laurabeatriz a partir do dia 12/9


Exposição Amazônicas


Uma viagem poética pela fauna, flora e paisagens da Amazônia. (Amazônia-


relação geral)


 


Tapajós - Uma aventura nas águas da Amazônia de Fernando Vilela a partir do dia 12/9


Exposição Amazônicas


Duas crianças e sua tartaruga percorrem o cotidiano ribeirinho às margens dos rios


Amazonas e Tapajós. (Pará — região do rio Tapajós.)


 


Não quero ser índio de Mayra Sigwalt e Tai a partir do dia 12/9


Exposição Amazônicas


O livro questiona os estereótipos sobre ser indígena a partir de uma atividade


escolar vivida por um menino. O diálogo dele com sua mãe passa por temas sobre


identidade, família e respeito. (a ilustradora Tai é originária de Mairí/Belém.)


 


Olhos de jaguar de Yaguarê Yamã a partir do dia 12/9


Exposição Amazônicas


Utilizando palavras em maraguá, apresentando ensinamentos, seres encantados e


a relação dos povos maraguá com a floresta. (Amazonas.)






HORA DO CONTO


Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar. Sábados, domingos e feriados: 14h


Entrada gratuita por ordem de chegada


Público-alvo: Livre


Como mediar o conteúdo de uma exposição com histórias? Ao incluir histórias na programação, é sugerido ao visitante um novo olhar sobre as obras expostas. Para que a história se desenrole, usa-se o faz de conta. Quando o visitante se transporta para o papel de ouvinte, ele está compactuando com a ficção. Existe melhor forma de viver experiências?


 


 


O que tem dentro da panela?


Tempo de duração: 30 min


Exposição: Vik Muniz


Esta contação é inspirada na memória de Leide, mais conhecida como Irmã e cozinheira do lixão de Jardim Gramacho. Uma cozinheira é também uma artista dos alimentos e Irmã fazia sua arte com os ingredientes que chegavam ao local. Entre cantigas, cheiros, e sabores, a história acompanha a busca criativa de alimentar e reunir uma comunidade inteira.


 


 


Entre sonhos e visões


Tempo de duração: 30 min


Exposição: Vik Muniz


Inspirado em contos tradicionais do Oriente, O Sonho de Ismar narra a jornada de um homem simples que, movido por um sonho, abandona sua rotina em busca de um tesouro que acredita estar destinado a ele. Entre desertos, desafios e encontros inesperados, Ismar descobre que a verdadeira riqueza pode estar onde menos se espera. A história convida o público a refletir sobre coragem e a observar a própria realidade com outros olhos. Assim, revelando que a maior viagem pode ser aquela que nos conduz de volta a nós mesmos.





A Pescadora de Histórias


Tempo de duração: 30 - min


Exposição: Vik Muniz


A narrativa acompanha Santa Rita Pescadeira, guardiã das águas, encantada do Jarê, religião de matriz africana. Santa Rita Pescadeira percorre os caminhos dos rios recolhendo histórias, cantigas e afetos.


 


 


Histórias pra ver o invisível


Tempo de duração: 30-40 min


Exposição: Vik Muniz


“Histórias Invisíveis” reúne narrativas tradicionais de diferentes culturas que desafiam a lógica e despertam a imaginação. Entre elas estão as divertidas histórias de Nasrudin, sábio do Oriente Médio, e o clássico “A Roupa Nova do Rei”, de Hans Christian Andersen, autor dinamarquês de literatura infantil. Com humor e fantasia, a contação convida o público a refletir sobre o comportamento humano e a enxergar além das aparências.


 


Hermes, o menino que tinha asas nos pés


Tempo de duração: 30 min


Exposição: Patrimônio


Pensada para diferentes formas de percepção e mobilidade, a atividade utiliza recursos táteis e visuais para narrar a história do deus Hermes. Ao longo do percurso, o público explora cenários inspirados na arquitetura do CCBB, acompanha as aventuras do mensageiro dos deuses e participa de uma experiência sensorial, coletiva e inclusiva.



A PARTIR DO DIA 12/9

Antes de ser Amazônia

Tempo de duração: 40 min

Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas


“Antes de ser Amazônia” é uma contação de histórias que percorre rios, tempos e mundos para apresentar narrativas dos povos originários, como os Iny (Karajá) e as guerreiras icamiabas. Entre rios que se transformam em caminhos, músicas, tecidos e objetos que despertam a imaginação, a atividade propõe reflexões sobre liberdade, território, identidade e memória, questionando quem tem o direito de contar e nomear uma história. 


Como surgiu a noite

Tempo de duração: 30-40 min

Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas


Essa é uma história da tradição amazônica que nos transporta para o tempo em que a noite ainda não existia. Dois jovens partem em busca de um mistério guardado nas águas e encontram os “encantados”: seres que habitam rios, florestas e o imaginário dos povos do Norte. Inspirada na oralidade e nos saberes ancestrais da região, a narrativa convida o público a mergulhar em um universo onde natureza e memória se entrelaçam, revelando a força das histórias que formam o patrimônio cultural brasileiro.


Do fundo do rio ao voo da mata

Tempo de duração: 40 min

Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas


“Do fundo do rio ao voo da mata” é uma contação de histórias que mostra um pouquinho da riqueza da cultura indigena através de duas lendas muito intrigantes. Quem é esse peixe que coloca medo nos pescadores? Quem é esse pássaro que confunde os caçadores? Talvez haja algo em comum entre o Japim Mágico e o Peixe Gigante da Amazônia.


Um Mistério Mora na Mata

Tempo de duração: 30 min

Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas

Uma contação de histórias divertida e interativa acompanha um caçador em uma aventura pela Amazônia em busca de uma criatura misteriosa e gigantesca. Entre humor, fantasia e trocadilhos, ele encontra uma feiticeira e ao lado do público, descobre que os mistérios da floresta podem ser mais reais — e perigosos — do que imaginava.


Os Olhos da Floresta

Tempo de duração: 30 min

Exposição: Amazônicas – Poéticas Femininas


A contação apresenta uma narrativa tradicional do povo Sateré-Mawé, originário do Médio Amazonas e associado à origem do guaraná. Entre afetos e mistérios, a história valoriza a vida em comunidade e a relação com a floresta, destacando a natureza como parte dos saberes e da memória desse povo. 



PEQUENOS EXPLORADORES

Local: Biblioteca Banco do Brasil, 5° andar

Sábados e feriados: 11h

Entrada gratuita por ordem de chegada

Classificação indicativa: 3 a 6 anos


Crianças e acompanhantes vão conhecer o prédio e a história do CCBB de forma divertida. A atividade propõe uma caça aos segredos, em que pistas, mapas, bilhetes e baús conduzem os participantes por diferentes espaços do centro cultural, transformando a visita em uma aventura de descobertas.



PEQUENAS MÃOS

Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar

Sábados e feriados: 13h

Entrada gratuita por ordem de chegada

Classificação indicativa: 3 a 7 anos

Duração: 30-40 minutos


O Quarto de Luiza


Agora é noite / E você deve estar dormindo de barriga para baixo / Com seu pijama de bolinhas / E nem desconfia / Que eu encontrei / Dentro do seu nome, as palavras Luz e Lua (...) Inspirada na poesia “Pequena Luiza”, de Daniela Chindler, as crianças pequenas vão manipular objetos e brincar com luz e sombra.



PEQUENÍSSIMAS MÃOS

Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar

Domingos: 13h

Entrada gratuita por ordem de chegada

Classificação indicativa: 2 a 3 anos

Duração: 25 minutos

Entre Notas e Bichos 


Projeção de imagens, música, contação de histórias e máscaras nesta atividade que apresenta, para as crianças pequeninas, os animais da fauna brasileira, que estão desenhados nas nossas notas de dinheiro.


 


 


Sobre o CCBB Educativo – Lugar de Encontros


O CCBB Educativo – Lugar de Encontros parte da ideia de que o conhecimento é construído coletivamente, por meio da convivência, da escuta, do diálogo e da troca de experiências. Mais do que apresentar conteúdos, o programa busca criar espaços de encontros entre pessoas, saberes e diferentes formas de expressão, utilizando a arte e a cultura como ferramentas de reflexão e sensibilização. Voltado para públicos diversos, promove o acesso estético, artístico e cultural à programação do CCBB, estimulando a participação ativa, o pensamento crítico e a produção compartilhada de conhecimento, sempre pautados pelos valores da democracia, da pluralidade de ideias, da inclusão e do respeito às diferenças.


 


“CCBB Educativo - Lugar de Encontros” é realizado pela Davar Projetos Culturais e oferece visitas mediadas, laboratório de artes, contação de histórias, mediação de leitura, vivências para crianças pequenas, encontro com professores e apresentações em datas comemorativas. As atividades são voltadas para todos os públicos, inteiramente gratuitas em um programa de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil.


 


 


Sobre o CCBB RJ  


Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 36 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.


 


 


SERVIÇO

CCBB Educativo – Lugar de Encontros


Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 20h (fecha às terças)  


Local: Centro Cultural Banco do Brasil – 1º andar

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro (RJ)

Telefone: (21) 3808-2070

E-mail: agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br 

Classificação indicativa: Livre

Mais informações: bb.com.br/cultura

Siga o CCBB nas redes sociais: facebook.com/ccbb.rj | Instagram: @ccbbrj | x.com/ccbb_rj | tiktok.com@ccbbcultura

Para mais informações sobre os dias e horários de todas as atividades, consulte o site bb.com.br/cultura.




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