Avanço da inteligência artificial acelera aprendizado, amplia acesso e fortalece retomada de projetos educacionais interrompidos
Para milhões de brasileiros, voltar a estudar deixou de ser uma obrigação distante e passou a ser uma oportunidade concreta de retomar projetos interrompidos e conquistar o diploma. Dados do Censo da Educação Superior, do INEP, mostram que o ensino a distância já concentra mais de 60% das matrículas no país, com crescimento superior a 400% na última década, impulsionado principalmente por adultos que conciliam trabalho e estudo. Ao mesmo tempo, relatório do Fórum Econômico Mundial indica que 60% dos profissionais precisarão se requalificar até 2027.
Essa realidade aponta para um movimento que vem ganhando força, e de forma consistente, que é a volta aos estudos, impulsionado pela digitalização e, mais recentemente, pelo avanço da inteligência artificial, que tem reduzido barreiras de aprendizado e ampliado o acesso à formação. Para Tiago Zanolla, professor há mais de 15 anos e fundador da UFEM Educacional, a tecnologia tem papel central nessa retomada. “A união desses métodos encurta caminhos, porque permite a quem já havia desistido do diploma, a enxergar a realização de um sonho”, afirma.
A iniciativa nasceu em Cascavel, no Paraná, e, em menos de dois anos de operação, já alcançou milhares de alunos em diferentes regiões do país. A proposta conecta estudantes a cursos técnicos, tecnólogos, graduações e especializações por meio de um ecossistema digital que utiliza a legislação educacional brasileira para acelerar a formação. Ao longo da carreira, Zanolla já lecionou para cerca de 2 milhões de alunos e hoje acompanha de perto esse movimento crescente de adultos que retornam à educação formal com objetivo claro de concluir a formação.
A retomada dos estudos deixou de ser pontual e passou a refletir uma mudança de comportamento. Profissionais que interromperam a formação por falta de tempo, recursos ou acesso encontram na tecnologia uma alternativa viável para retomar esse plano. “Existe um componente emocional muito forte nesse movimento. O diploma deixa de ser uma meta distante e passa a ser algo possível dentro da realidade dessas pessoas”, diz.
Entre os cursos EAD mais procurados estão áreas com aplicação direta no mercado, como tecnologia da informação, pedagogia, administração, ciências contábeis e cursos tecnólogos de nível superior como o de recursos humanos, gestão financeira em apenas 12 meses. Também cresce a busca por segunda graduação e cursos técnicos voltados à progressão de carreira. Segundo o especialista, o retorno aos estudos está cada vez mais ligado a decisões práticas. “O aluno adulto não quer mais estudar por estudar. Ele volta porque precisa evoluir profissionalmente e resolver um problema real”, afirma.
O fator financeiro e o tempo de formação ajudam a explicar a força desse movimento. No modelo digital, as mensalidades tendem a ser mais acessíveis do que no ensino tradicional, com cursos que podem partir de cerca de R$100 a R$300, dependendo da formação. A possibilidade de acelerar a conclusão, com base na carga horária cumprida e no uso de ferramentas tecnológicas, reduz o tempo necessário para obtenção do diploma. “Quando você reduz custo e tempo, você destrava o acesso e torna viável a volta aos estudos para quem já tinha saído desse caminho”, explica.
A inteligência artificial entra nesse contexto como facilitadora do processo de aprendizagem, organizando conteúdos, personalizando trilhas de estudo e aumentando a produtividade do aluno. O resultado é uma experiência mais eficiente, especialmente para quem precisa conciliar trabalho, família e estudo. “A tecnologia não substitui o conhecimento, mas potencializa quem está disposto a aprender. Isso acelera a jornada de quem decidiu voltar”, diz.
Além do impacto profissional, o retorno aos estudos tem refletido na autoestima e na percepção de futuro desses alunos. Em muitos casos, a conclusão de um curso superior ou técnico representa a realização de um objetivo que havia sido adiado por anos. “Quando a pessoa consegue retomar e concluir, ela não muda só a carreira, muda a forma como se enxerga”, afirma.
Com a consolidação do ensino digital e o avanço da inteligência artificial, a tendência é que esse movimento de volta aos estudos continue crescendo nos próximos anos.
Sobre Tiago Zanolla
Tiago Zanolla é professor especializado em concursos públicos, com mais de 15 anos de experiência, mais de 2.000 aulas produzidas e mais de 2 milhões de alunos impactados ao longo da carreira. É referência nacional no ensino jurídico e administrativo para concursos de Tribunais, Ministério Público, carreiras policiais e órgãos federais, além de professor e coordenador de conteúdo na Estratégia Concursos.
Engenheiro de produção por formação, criou o sistema SER, Seleção do Conteúdo Essencialmente Relevante, metodologia baseada em dados aplicada à preparação para concursos. É autor do livro Ética no Serviço Público uma visão moderna, palestrante em inovação educacional e fundador da UFEM Educacional, edtech que conecta mais de 210 mil alunos a instituições reconhecidas pelo MEC.
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Sobre a UFEM Educacional
A UFEM Educacional é um hub de educação 100% digital que conecta estudantes a instituições de ensino reconhecidas pelo Ministério da Educação. Atua como marketplace educacional, oferecendo graduação acelerada, pós-graduação, cursos técnicos, cursos livres, EJA, mestrado e doutorado na modalidade EAD.
Com mais de 210 mil alunos na rede de ensino, a UFEM organiza o acesso à formação superior por meio de tecnologia, inteligência de dados e parcerias estratégicas com faculdades credenciadas, responsáveis pela emissão de diplomas e certificados registrados e verificáveis. O modelo reduz burocracia, encurta o tempo até o diploma e amplia o acesso ao ensino superior com conformidade regulatória e foco nas demandas do mercado de trabalho.
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